Comentários Recebidos

34 ideias sobre “Comentários Recebidos

  1. Prezados,

    Meu nome é GILMAR DE SÁ, moro em Governador Valadares, MG.

    Gostaria de poder contar com a atenção e o apoio dos administradores e participantes nos comentários do site. Procuro por informações sobre o casal SERAFIM RODRIGUES DE BARROS e de VICENÇA ROSA DE OLIVEIRA, que viveram na região de Grão Mogol por volta de 1870-1900, num lugar chamado CAPÃO DA CHAPADA (que não consegui identificar em lugar algum).

    Integrantes desta família RODRIGUES DE BARROS ainda hoje acreditamos que estejam presentes na cidade de GRÃO MOGOL, e onde apenas dois filhos de SERAFIM RODRIGUES DE BARROS e de VICENÇA ROSA DE OLIVEIRA, foram batizados em 1888.

    Acontece que o casal acima citado teve pelo menos uns 10 filhos, só que apenas 2 deles foram batizados em Grão Mogol e o restante a família não sabe onde isso aconteceu, até porque este SERAFIM e sua esposa ao que parece residiam na zona rural e provavelmente bem distante da sede de Grão Mogol e, possivelmente, mais próximo de outra cidade, talvez CRISTÁLIA, pelo que entendemos.

    Segundo consta dos 2 batismos que encontramos em GRÃO MOGOL, a família do SERAFIM RODRIGUES DE BARROS batizou os 2 filhos num local denominado por CAPÃO DA CHAPADA que infelizmente não conseguimos identificar ainda onde seria.

    Se alguém puder ajudar, me comunique pelo email gilcesare.inacio@yahoo.com.br

    Agradeço antecipadamente.

    GILMAR DE SÁ

  2. Boa noite, primo Joaquim!
    Vejo que a cada dia surgem novas informações sobre a nossa família.
    Eu tenho acompanhado as publicações e comentários. É realmente gratificante ver os frutos do seu excelente trabalho.
    Grande abraço!

    • Eu tenho o maior prazer em localizar seus familiares. Mas as informações que está me passando são poucas.
      Faça o seguinte: Informe os nomes dos pais, avós e, se souber, dos bisavós de Abel Martins Filho.
      Além disso, na medida do possível, as datas de nascimento ou de casamento ou de falecimento dele e dos demais parentes.
      As cidades onde moraram e em que ano. As profissões. E quaisquer outros pontos de partida.
      Eu sou um pesquisador que tenho obtido sucesso na obtenção dos dados. Mas preciso sempre de pontos de partida.
      Aí mesmo em Caraguatatuba tenho contato permanente com uma pessoa que consegui identificar exatamente na árvore genealógica dos Martins.
      Se me ajudar, pode ter certeza de que localizo.
      Grande abraço.
      Joaquim Martins.

      • Obrigado por me responder
        vou te passar mais informações
        sobre os familiares que eu procuro
        o nome do casal é
        Abel Martins Filho e Amirta Olimpio Martins consta que eles se casaram na cidade de Muriaé MG
        o Abel Martins Filho Nasceu no dia 8 de setembro de 1937
        o nome do seu Pai era Abel Martins Rodrigues e o nome da mâe era Elisa Maria Rodrigues

        A Amirta Olimpio Martins Nasceu em 13 de Julho de 1938
        o nome do pai dela era Manoel Olimpio e o nome da mae era America do Carmo Olimpio

        o casal Abel Martins filho e Amirta Olimpio Martins
        já são falecidos
        conheço os filhos deles que moram em são sebastião SP
        eu procuro justamente porque os filhos que eu conheço e que moram em são sebastião não possuem nenhuma informação de nenhum de seus parentes a não ser essas as quais te passei
        Boa Busca Deus te abençoe

  3. Boa noite ! Senhores admirei muito a explicação sobre três irmãos ! Me faço essa pergunta sobre a origem desse nome desde criança . Sou de Pereira Barreto e nasci em 1968.
    Não creio ser da árvore , mas gostei do teor dá reportagem. Fiz essa pergunta ao Google com saudades destas terras e rios onde passei por várias vezes ,. Paisagens maravilhosas , muitas mangueiras , milharais , peixes diversos do tempo em que pescavamos com taquara

    • Seja bem vindo!
      Muito bom saber que curtiu minhas aventuras por sua cidade lá em 1.964.
      Também pesquei muito no Tietê e no Paraná.
      Gostou do tema de abertura do nosso site? Fotos do Salto Grande de Urubupungá.
      Que hoje está no fundo do lago de Jupiá.
      Grande abraço!
      Joaquim

      • Joaquim boa noite!
        gostei muito do tema de abertura porem prefiro as historias!
        Pois ao menos a sua achei muito real! vc deve ter vivido estes dados e isso é maravilhoso. Parabens! em Pereira Barreto tambem perdemos a ponte novo oriente que hoje esta a 30 metros dentro das aguas do canal Pereira Barreto, acho que tambem canal mercosul
        traz muitas lembranças a muitas pessoas!
        Sugiro uma reportagem a respeito ! vc a conheceu?
        se achar inteessante
        obrigado pelo carinho

  4. Olá!

    Hoje descobri que meu trisavô, vindo da Itália, trabalhou nessa fazenda junto com sua esposa, por volta de 1897, data em que seu primeiro filho nasceu.
    Você teria algum documento ou informação sobre eles? Seu nome era Giuseppe (José) Bottacin e a esposa era Barbara Bronzatti. É que estou reunindo os documentos para cidadania italiana e preciso saber mais sobre o Giuseppe, pois ninguém da família tem nenhum dado sobre ele e/ou sua esposa.
    Por favor, qualquer informação que tiver me será muito útil.
    Obrigada.

  5. Olá primo Joaquim!

    Vejo que mais familiares entraram em contacto com o Site.
    Quando eu for ao Brasil, vou juntar muita informação também.
    Espero que tudo esteja bem consigo. Dá notícias…
    Abraço forte!

  6. Sou neto de Aurora Martins de Freitas (solteira) após casamento com Gabriel Henriques de Araújo , Aurora de Freita Araújo ..

    • Seja bem vindo, Ludelmar. Já identifiquei a posição do seu ramo familiar na árvore. Em breve vou lhe enviar em email.
      Estou feliz com seu contato.
      Joaquim

    • Olá sou Ana Lúcia Ferreira Martins filha do Alfredo da Silva Martins primeiro filho de Francisco Martins Júnior com Sebastiana. Quero muito aprender mais sobre a família e todo essa história, estou disponível para apoiar em pesquisas caso necessite de apoio e agradeço todo esse lindo trabalho, em uma das pesquisas iniciais que fiz havia a informação que os móveis e objetos de valor estão na casa de Chiquinho Scarpa, saberia dizer se esta informação procede?

      • Ótimo receber sua visita, Ana Lúcia. O site está em construção e é o momento certo para fazer pesquisas!
        Meu e-mail é jmartins661@gmail.com
        Mande a este meu email algumas informações adicionais.
        Em que cidade mora e qual é a sua atividade. Preciso mesmo de muita colaboração. Sobre os móveis do casarão a informação que eu tenho é a que está no livro “Memórias da Fazenda Angélica, de Ariovaldo José Seneda. Por volta do ano 1.950 a fazenda pertencia à família dele. E passou por uma terrível crise financeira. Tudo o que era objeto de valor, tudo o que se podia usar para fazer dinheiro, foi usado. O maquinário da produção de café, muito avançado em relação a fazendas vizinhas, a linha de vagonetes sobre trilhos, a máquina de benefício do café, o sistema de lavagem, assim como os móveis da casa foram vendidos por ninharias. Não sei se os móveis estão realmente na casa do Chiquinho Scarpa. É o que se diz na região. Mas não terão sido comprados por ele e sim pelo pai. Aguardo o seu contato.

  7. Olá, minha mãe já falecida., seu nome é ISABEL MARTINS PEREIRA, nascida em 9 mas registrada em/22-09-1934 , Muriae MG, filha de Ana Néri. , gostaria de saber mais sobre essa família Martins Pereira, grata
    Cleni.

    • Boa noite, Cleni.
      Benvinda ao site.
      Se sua mãe se chamava Isabel Martins Pereira e era de Muriaé, penso que terei muita informação para lhe passar, depois de determinar exatamente sua ascendência.
      Vou lhe mandar um e-mail pela minha conta jmartins661@gmail.com para buscar uma identificação exata do ramo da família onde você está.
      Grande abraço.

  8. Olá! Como eu sempre digo amo e sinto orgulho de pertencer a essa família, e qtas vezes eu retornar a terra quero continuar a fazer parte dessa família.
    Meu nome é Libânia Antônia Martins, filha de Francisco Martins Júnior, sou irmã da Alcione Martins e bisneta do barão. O meu email lckaibara@bol.com. br e ficarei muito grata e feliz em receber dados dos meu ancestrais. Estou fascinada com tudo o que li sobre a minha família. T agradeço e te parabenizo pelo grandioso trabalho. Abrs.

    • Oi, Libânia. Grande prazer em te receber. Pode-se dizer que o trabalho ainda está no começo, mas será com certeza um local de muita pesquisa e cada vez mais fonte de conhecimento sobre a família.
      Se você tiver algumas histórias de família, sejam mais antigas ou mais recentes, mande, para serem publicadas.

    • Oi, Alcione. Ótimo receber sua visita. Seu material vai ser publicado proximamente. Atrasei um pouco porque o seu bisavô está me dando um bocado de trabalho. O mais difícil já desenredei. Grande abraço.

      • Olá! Imagino o emaranhado à volta do meu bisavô. Obrigada pela sua dedicação. Ainda não informei os meus irmãos sobre a minha descoberta, prefiro aguardar a publicação e fazer-lhes uma surpresa. Abraço…

        • Oi, Alcione. Na sua linha de descendência não há emaranhado nenhum. Bem tranquila. Mas há outras linhas, com o próprio barão de Grão Mogol que estão me dando trabalho para desenrolar. Pode-se dizer que estamos reescrevendo a biografia dele. Rsss.

          • Passei para deixar um abraço aos meus familiares e agradecer o empenho do primo Joaquim na organização e manutenção deste Site.

          • Oi, Alcione. É sempre uma alegria receber a sua visita.
            Eu tenho mais feito pesquisas do que colocado o material aqui.
            Estou juntando muita informação, mesmo.
            Aqui, na árvore, concluí (até onde estabeleci como meta, claro) a descendência do filho mais velho de Caetano, o capitão João Baptista.
            O segundo é o seu ancestral, o barão. Como eu lhe informei, no ramo a que você pertence não há dúvidas, mas há outros que estão exigindo pesquisas, principalmente na cidade de Grão Mogol. Mas como lhe prometi, até o fim de março teremos a página dele.
            Abraço, prima.

          • Boa noite, prima.
            Me perdoe, eu fiquei vários dias sem entrar no site.
            Espero que sua Páscoa tenha sido ótima.
            Por aqui foi tudo bem.
            Avancei nas pesquisas, tenho bastante material novo para publicar.
            Vou lhe mandar email neste fim de semana.
            Abraço.

  9. Boa Quincas, gostei da história do requeijão da Véstia, que afinal ficou sabendo que o mesmo procedia de Minas em Janaúba e se encontra o mesmo no Mercado de BH.
    Sou fã incondicional de queijos mineiros e vou procurar este requeijão escuro que não precisa ficar em geladeiras.
    Falando em Véstia, também tenho minhas histórias na região da margem direita do rio Paraná, onde construíamos a Barragem de Terra da Usina de Ilha Solteira.
    É uma região muito arenosa. Por lá em 1986/7, estávamos construindo um Lavador de areia, cuja estrutura ficaria próximo a Véstia a cerca de 4,5 km do rio Paraná, onde por uma potente bomba se elevaria as águas do rio até a estrutura de concreto do Lavador de areia.
    A terra bastante arenosa da região, após lavada nos forneceria a tão esperada areia que seria utilizada nos filtros de areia horizontal e vertical da Barragem de Terra. (milhões de metros cúbicos de areia seriam necessários).
    O curioso é que a providência fez com que este projeto fosse esquecido.
    Após a construção da Ensecadeira no rio Paraná, o mesmo foi estrangulado até seu canal na margem-direita. Como veio a época de chuvas, o rio estrangulado reteve enorme volume a montante, fazendo com que a água ficasse circulando,
    até passar estrangulado pelo fundo canal.
    Em vista disso, o rio barrento depositou muita areia lavada em sua margem direita em uma praia de cerca de 2km a montante da estrutura da Usina.
    Foi a solução gratuita que a natureza nos deu para retirarmos a areia sem precisar utilizar o Lavador de areia construído na Véstia.

    Nesta época, em que construíamos o Lavador de areia, morávamos no canteiro de obras da Camargo Correa também em sua margem direita.
    Foi lá que no retorno ao acampamento, acompanhado de nosso colega e amigo Paulo Takesako.
    O Paulo seguia em minha frente quando uma enorme cascavel,atravessou a picada, o Paulo deu um pavoroso berro e correu pra traz de mim.
    Era enorme esta cobra, tamanho jamais visto em cascavel. Apanhei um grande e resistente galho seco e puxei a cobra que se dirigia pra dentro da quiçaça fechada da mata. Imobilizei-a e apertei com o pau abaixo de sua enorme cabeça. Ela deu um enorme tranco que jogou o galho para o cima quase um metro. O esforço deferido pela enorme cobra gastou sua energia. Em seguida pressionei abaixo de sua cabeça com o galho e peguei-a com a mão.
    Como cascavel, esta cobra era fora do comum, tinha quase dois metros. Para transportá-la até o canteiro que ficava ainda quase 1 km, tive de carregá-la segurando-a com uma mão e com o outro braço apoiei-a para que não rompesse seu gordo bojo enorme e pesado.
    No local do acampamento tinha uma caixa para guardar as cobras até que fossem enviadas à Celusa em Jupiá no escritório central. De lá eram encaminhadas ao Instituto Butantan em São Paulo, via ferroviária.

    • Excelente o relato, Quintão. Peço-lhe o seguinte: Aumente os detalhes, deixe um texto mais extenso e encorpado e dê-lhe a “cara” de um artigo definitivo para ser incorporado aqui, como página do site. Sugiro também incluir algumas fotos relacionadas ao tema. Muita gente vai ler e ficar sabendo como era a vida no acampamento durante a construção da barragem. Vou lhe contar um segredo, rsss: Muita gente lê o site, porque os assuntos estão nas buscas do Google e é trazida às páginas, porém a grande maioria só lê e não deixa comentário. Mas eu tenho instalada uma ferramenta, que é um contador registrando a quantidade de visitas. E lhe digo que me impressiona. Abração.

  10. Olá Quincas, grande Joaquim Alves Martins. Não imaginava mas podemos ser parente de algum português Martins. Meu pai, Helio de Meneses Costa, filho de Raul Martins da Costa e daí vai subindo para Custódio Martins da Costa, filho de Manoel Martins da Costa, casado com Margarida da Silv Bueno, e aí vai subindo para Amador Bueno da Ribeira, capitão-Mor e ouvidor da Capitania de São Vicente, “O Aclamado”, este filho de Bartolomeu Bueno da Ribeira, e vai subindo subindo aqui por São Vicente até Antonio Rodrigues casado com a india filha do cacique Piquerobi dos índios Guaianase “Aldeia Hururahy”. Por outro lado Amador Bueno casou-se com Bernarda Luis, cuja ascendência chega ao cacique Tibiriçá da tribo Piratininga, Aldeia Inhapuambuçu.
    Minha família Martins da Costa, é oriunda de Itabira do Mato Dentro em Minas Gerais onde nasci. Terra de Carlos Drummond de Andrade. M inha avó materna Maria do Rosário Drummond de Menezes. Daí meu Meneses (com s em registro) e Costa de meu avô Martins da Costa.
    Se pesquisarmos muito vamos chegar aos portugueses que originaram nossos sobrenomes.
    A genealogia é muito interessante. Em meu caso, meu primo Padre Pedro Maciel Vidigal, foi o estudioso da genealogia de nossa família. Como era padre, teve acesso aos livros de registros familiares das igrejas com a ajuda de vários parentes também padres e daí montaram o livro com nossa genealogia.
    É um estudo maravilhoso, pena que muito trabalhoso. Antigamente como informei, os registros de nascimentos,batizados e casamentos erram efetuados todos em livros das Igrejas católicas.
    Agora voltando a Três Irmãos, não sabia que o Salto de Itapura, cidade onde m orei com o Lédio assim que fomos trabalhar na extensão da estraga Jupiá-Ilha Solteira. Moramos em hotel na margem do rio Tietê abaixo do salto, na cidade de Itapura. Não sabia que fazia parte de um dos três irmãos. Boa Joaquim
    Um ab raço
    Rubens/Nonoco

    • O site ainda está em desenvolvimento. Tenho em mãos muita coisa para ser postada, sobre os ancestrais.
      Eu já pesquisei naquele seu livro de família, que me emprestou em 1.964 a possibilidade de parentesco. Não encontrei ligação.
      Mas pode haver, claro.
      Eu também tenho ancestrais bandeirantes mas são outras famílias, os Cardoso de Almeida e os Prado.
      Quanto ao salto de Itapura, ele é provocado pelo mesmo “degrau” geológico dos outros dois, uma linha de rochas que atravessa a região.
      Foi bom você comentar isso.
      Eu acrescentei à página, agora, um mapa mostrando o “degrau”.
      Confira lá.

  11. Olá Quincas,interessante a história das três lagoas. E a homenagem a seu nome
    Então você e parente do Pereira. Kkk estou apanhando aqui na telinha.

    • Não é homenagem ao meu nome. Rsss. É ao meu avô, que foi um dos fundadores de Três Lagoas. E a outra rua é homenagem ao meu tio Itacil, filho dele. Nenhum parentesco com o Pereira da Paulista, que pena…

      • E você conheceu o Euro, meu primo, que trabalhava no almoxarifado da Celusa. O nome dessa rua Itacil Pereira Martins é homenagem ao pai dele.

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